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Banco Mundial lança relatório sobre lei de proteção à mulher

Saiu no site GLOBO:

O Banco Mundial lança, dia 9, um relatório chamado “Fechando a brecha: melhorando as leis de proteção à mulher contra a violência”, em Brasília.
O estudo analisa o impacto da legislação em relação ao casamento infantil e o esturpo marital, um dos piores problemas associados ao casamento de meninas com menos de 18 anos.

Segue…
Hoje, o Brasil, segundo o relatório, é o país da América Latina com maior número absoluto de casamentos antes dos 18 anos de idade e o quarto no mundo.
O país também não prevê punição para quem permite que uma menina se case em contravenção à lei ou para os maridos nesses casos. Hoje, a medida só existe em sete países da América do Sul: Chile, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela. As meninas que se casam antes dos 18 anos têm mais chances de se tornarem vítimas de violência doméstica e estupro marital.

 

 

 

Publicação Original: Banco Mundial lança relatório sobre lei de proteção à mulher

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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