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Banco Mundial e FGV promovem seminário no Rio sobre mulheres e economia no Brasil

Saiu no site ONU BRASIL:

 

Veja publicação original: Banco Mundial e FGV promovem seminário no Rio sobre mulheres e economia no Brasil

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O Banco Mundial e a Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV-EPGE) realizam na segunda-feira (14) no Rio de Janeiro o seminário “Mulheres, Empresas e o Direito 2018: Igualdade de gênero e inclusão econômica”.

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O evento tem por objetivo discutir aspectos econômicos, históricos e jurídicos da desigualdade de gênero no Brasil, bem como trazer uma análise comparativa regional e global e apontar possíveis caminhos para a redução de barreiras à participação econômica das mulheres.

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O Banco Mundial e a Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV-EPGE) realizam na segunda-feira (14) no Rio de Janeiro o seminário “Mulheres, Empresas e o Direito 2018: Igualdade de gênero e inclusão econômica”.

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O evento tem por objetivo discutir aspectos econômicos, históricos e jurídicos da desigualdade de gênero no Brasil, bem como trazer uma análise comparativa regional e global e apontar possíveis caminhos para a redução de barreiras à participação econômica das mulheres.

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Na ocasião, será lançado em português o relatório “Mulheres, Empresas e o Direito 2018”. Em sua quinta edição, o documento traz uma análise de como a legislação tem impacto na inclusão social e econômica da mulher globalmente.

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O estudo monitorou 189 países, que foram avaliados e receberam pontuação no que diz respeito a cada um dos sete indicadores do relatório: acesso às instituições, uso da propriedade, acesso ao emprego, incentivos ao trabalho, acesso aos tribunais, acesso ao crédito e proteção da mulher contra a violência.

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Serviço

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Data: 14/05/2018

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Horário: 9h às 12h45

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Local: Auditório Engenheiro M. F. Thompson Motta

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Endereço: Praia de Botafogo, 190 | 12º andar
Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

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Inscrições: https://bit.ly/2jNHfQw

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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