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Amazon e USAID lançam iniciativa para aumentar o financiamento climático para mulheres

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Gigante do comércio eletrônico compromete US$ 53 milhões para acelerar a inovação climática das mulheres e os avanços na igualdade de gênero

SEATTLE (EUA), November 03, 2022–(BUSINESS WIRE)–A Amazon e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) estão lançando uma parceria público-privada para abordar as desigualdades de gênero que existem para as mulheres no ecossistema de financiamento climático e apoiar as empreendedoras com os recursos necessários para acelerar as inovações relacionadas às mudanças climáticas.

A Amazon comprometerá um total de US$ 53 milhões para ajudar a acelerar as soluções climáticas das mulheres, incluindo US$ 3 milhões para a parceria com a USAID e US$ 50 milhões para investir diretamente em empresas de tecnologia climática dirigidas por mulheres.

A empresa atuará como parceira fundadora do Climate Gender Equity Fund (Fundo de Igualdade de Gênero no Clima) da USAID, um novo mecanismo de financiamento climático projetado para eliminar as barreiras sistêmicas de mercado que impedem que as mulheres tenham acesso ao financiamento climático. A USAID também utilizará o investimento de US$ 3 milhões da Amazon para ajudar a lançar o fundo.

O Climate Gender Equity Fund terá um foco global e fornecerá subsídios para empresas, ONGs, aceleradoras, incubadoras e organizações de base que trabalham em soluções climáticas lideradas por mulheres. Também financiará iniciativas para ajudar as mulheres a acessar as redes e as habilidades técnicas necessárias para acelerar o desenvolvimento de suas tecnologias de mudança climática.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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