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Ex-agente penitenciário é condenado a 19 anos de prisão por feminicídio

Saiu no site EM.COM

Vítima era a companheira dele, que foi morta a golpes de faca em 2023, no Bairro Santa Maria, na Região Oeste de Belo Horizonte

O ex-agente penitenciário Flávio Márcio Chaves foi condenado a 19 anos de prisão nesta segunda-feira (24/8) pelo crime de homicídio, com as qualificadoras de motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e condição de sexo feminino, envolvendo violência doméstica e familiar. A vítima era a companheira dele, que foi morta a golpes de faca em 2023, no Bairro Santa Maria, na Região Oeste de Belo Horizonte.

Ao estabelecer a sentença, o juiz Marco Antônio Silva, do 1º Tribunal do Júri da Comarca de Belo Horizonte, determinou que Flávio Márcio cumpra a pena em regime fechado. Durante a sessão do Tribunal do Júri, o réu exerceu o direito de permanecer em silêncio e respondeu apenas às perguntas da defesa.

Diante dos jurados, porém, o ex-agente penitenciário confessou o crime e disse que, na noite do crime, o casal fez uso de cocaína e maconha. Quando as drogas acabaram, a mulher teria pedido para consumir mais, o que teria causado uma discussão. Ele relatou ainda que agrediu a companheira e, ao notar que ela estava morta, entrou em desespero e tomou remédios para tentar tirar a própria vida.

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O crime foi cometido na casa de Flávio Márcio. De acordo com a denúncia, ele teria cometido o crime por suspeitar que a companheira o traía. Posteriormente, ele teria desmaiado enquanto tentava se autoexterminar. Ao acordar, o próprio ex-agent

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A Polícia Civil cumpriu, nessa terça-feira (20.10), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 44 anos, investigado pela prática reiterada de crimes de violência doméstica e familiar contra sua companheira, de 49 anos, bem como pelo constante descumprimento de medidas protetivas de urgência. O suspeito já havia sido preso anteriormente pela equipe da Delegacia de Nobres por agredir e ameaçar a ex-companheira no dia 14 de outubro. No dia foram concedidas medidas protetivas de urgência, com o intuito de garantir a integridade física e psicológica da vítima. No entanto, o investigado, demonstrando total desrespeito às ordens judiciais, voltou a praticar novos atos de violência física e psicológica contra a vítima, violando a distância fixada judicialmente. Diante da gravidade dos fatos e da necessidade de garantir a segurança da vítima, o delegado titular da Delegacia de Nobres, Marcus Vinícius Ferreira Silva, representou pela prisão preventiva do agressor. O pedido foi acolhido, o mandado foi expedido pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Nobres e o suspeito preso pela equipe da Delegacia de Nobres, ficando à disposição da Justiça.

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