Saiu no site R7
Mulheres enfrentam vigilância indesejada de ex-companheiros por anos
No litoral de São Paulo, dois casos recentes ilustram os desafios enfrentados por mulheres perseguidas por ex-parceiros. Eliana, uma arquiteta, lida há 14 anos com o assédio do ex-companheiro de 73 anos, que não aceita o término e aparece regularmente em sua casa. Para sua segurança, instalou câmeras ao redor da residência.
Mesmo com orientações para deixar o país, Eliana permanece no Brasil e clama por mudanças legais, expressando seu “grito de socorro” após anos de vigilância indesejada.
Outro incidente envolve uma mulher também do litoral paulista, cujo ex-namorado, após três meses de namoro, começou a enviar entregas e transferências mínimas juntamente com mensagens insistentes. Mesmo sob medida protetiva, o assédio continuou até a prisão do agressor.
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública informou mais de 123 mil casos de perseguição no último ano. Autoridades sugerem que vítimas bloqueiem os agressores nas redes sociais e busquem apoio legal para enfrentar as violações frequentes das medidas judiciais.







