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Mulher em cárcere privado é resgatada em apartamento em Copacabana; agressor foi preso Leia mais em: https://veja.abril.com.br/brasil/mulher-em-carcere-privado-e-resgatada-em-apartamento-em-copacabana-agressor-foi-preso/

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Homem foi autuado pelos crimes de cárcere privado, estupro, ameaça, coação no contexto de violência doméstica e tentativa de corrupção

Policiais civis da Delegacia Antissequestro (DAS) junto a agentes da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) libertaram nesta terça-feira, 3, uma mulher mantida em cárcere privado em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela era submetida a agressões físicas constantes, ameaça de morte e coação sexual, informou a Polícia Civil em comunicado. O criminoso, que não teve a identidade revelada, foi preso em flagrante no local.

O agressor fazia “referências a uma facção criminosa”, não especificada pela corporação, para intimidar a vítima. A mulher foi isolada dos familiares e amigos, sendo proibida de contatá-los. Ela, contudo, aproveitou um “momento de descuido” para mandar uma mensagem pedindo ajuda. Os policiais foram, então, imediatamente acionados.

Em uma “ação rápida e baseada em inteligência”, os policiais da DAS e as equipes da Seap localizaram o imóvel em Copacabana e efetuaram a prisão do homem. Também foram apreendidas drogas e dois celulares utilizados para a prática de atividades criminosas. A Polícia Civil disse que o criminoso tentou subornar os agentes em troca da liberdade. Ele foi autuado pelos crimes de cárcere privado, estupro, ameaça, coação no contexto de violência doméstica e tentativa de corrupção. A vítima está em segurança.

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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