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Daniel Alves é convocado pela Justiça espanhola e ouvirá sentença na quinta

Saiu no site da UOL

 

Daniel Alves foi convocado a comparecer amanhã (22) ao Tribunal de Barcelona para ouvir a sentença pela acusação de agressão sexual.

 

O que aconteceu
Todas as partes envolvidas no processo foram convocadas. O julgamento foi concluído, mas a sentença ainda não foi proferida.

A audiência ocorrerá pela manhã (horário local) e não será aberta ao público. Daniel Alves pode ser condenado a até 12 anos de prisão.

Decisão cabe recurso. Seja qual for a decisão dos juízes, as partes poderão apresentar um recurso, que levaria o caso à Sala de Apelações do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha.

O Ministério Público pediu nove anos de pena a Daniel Alves, enquanto a acusação pede 12 anos. Esta é a pena máxima por agressão sexual.

O julgamento

Daniel Alves foi julgado no início de fevereiro, mas não ouviu sentença. O julgamento durou três dias.

Na sequência, três juízes analisam as provas e depoimentos. A expectativa era que a sentença saísse apenas no início de março.

O jogador foi o último a ser ouvido, chorou e afirmou que mentiu sobre sexo para preservar casamento. Ele alegou ainda que havia ingerido muita bebida alcoólica e que a denunciante “em momento algum pediu para parar”

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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