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Mulher morre após ser agredida a pauladas por namorado em Nova Iguaçu

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Um relacionamento conturbado, marcado por ciúmes e ameaças de morte. Foi assim que a família da dona de casa Valquíria Celina Ferreira Santos, de 35 anos, que morreu na noite desta quarta-feira (29), após ficar internada por cinco dias no Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, contaram como ela vivia com seu atual companheiro. Entre a noite da última quarta (22) e a madrugada de quinta (23), a mulher teria sido espancada até ficar desacordada pelo namorado, com quem tinha um relacionamento há cerca de oito meses. A família diz que o crime foi motivado por ciúmes após o casal voltar de um bar. O filho da vítima, um menino de 10 anos, encontrou a mãe agonizando em casa.

Na manhã desta quinta (30), o pai da vítima esteve no Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu para a liberação do corpo. A família fala em feminicídio. De acordo com o aposentado Mauro da Silva Santos, 60, a filha – a do meio de quatro filhos – conheceu Júlio César Perrone Gomes, de 32, em um bar do bairro Cabuçu, em Nova Iguaçu. E desde então, passaram a morar juntos. Ele diz que, há cerca de quatro meses, Gomes passou a demonstrar ciúme da vítima.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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