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AO VIVO | Últimas notícias sobre o coronavírus no Brasil e no mundo

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Brasil confirma 133 mortes, um novo recorde diário, e total de óbitos por Covid-19 no país chega a 800. Trump ataca a OMS e ameaça cortar contribuição dos EUA. As notícias da crise do coronavírus

Um homem em situação de rua lava as mãos em uma torneira instalada no centro do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira.RICARDO MORAES / REUTERS

O Brasil registrou 133 mortes pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, um novo recorde diário no país, elevando para 800 o total de óbitos no país desde o início da crise da Covid-19, informou nesta quarta-feira o Ministério da Saúde. Ao todo, 15.927 pessoas foram infectadas, sendo que o índice de letalidade é de 5%. O Sudeste é a região mais afetada, com 59% dos casos confirmados. São Paulo é ainda o Estado com o maior número de mortes, com 428 dos 800 óbitos registrados. Pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro defendeu em sua conta do Twitter o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento e criticou “renomados médicos” que tiveram a doença, mas “se recusaram a divulgar o que os curou”. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump criticou a Organização Mundial da Saúde (OMS) por ser “chinocêntrica”, e ameaçou cortar a contribuição dos EUA para o órgão internacional.

Os destaques sobre a crise do coronavírus nesta quarta-feira:

  • Brasil confirma 133 mortes e número de vítimas chega a 800. Casos confirmados no país saltam para 15.927.
  • Governo extingue Fundo PIS-Pasep e libera 1.045 reais em saque do FGTS.
  • Bolsonaro defende uso da cloroquina em rede social.
  • Governo boliviano é criticado por ameaçar a liberdade de expressão.
  • Colômbia pede 11 bilhões de dólares ao FMI para evitar uma crise financeira.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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