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Canais do governo já receberam 4.875 denúncias de violação de direitos humanos relacionadas à pandemia

Saiu no site JORNAL OPÇĀO

Veja publicação no site original:   Canais do governo já receberam 4.875 denúncias de violação de direitos humanos relacionadas à pandemia

 

Denúncias podem ser feitas por meio do Disque 100, Ligue 180, sites do governo e aplicativo Direitos Humanos BR, para IOS e Android

 

Até a última segunda-feira, 6, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos já recebeu 4.875 denúncias relacionadas à pandemia do novo coronavírus. O canais do governo federal são o Disque 100 e Ligue 180.

Os indicadores apontam que 4.550 denúncias são relacionadas à exposição de risco à saúde, 475 por maus tratos e 431 são relacionadas à insubsistência material e 146 por agressão/vias de fato. A ouvidoria informou que as principais vítimas são pessoas socialmente vulneráveis, pessoas com restrição de liberdade, idosos, mulheres e crianças. São Paulo foi o estado que mais registrou denúncias, seguido de Rio de Janeiro e Minas Gerais.

As denúncias da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos (ONDH) são encaminhadas para órgãos de proteção, tais como Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Conselhos de Direitos, Órgãos de Acolhimento e Conselhos Tutelares. Além disso, também são enviadas para órgãos específicos como administração penitenciária, delegacias de polícia, Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Trabalho (MPT).

Além dos telefones, as vítimas ou testemunhas de violação de Direitos Humanos podem denunciar por meio dos sites ouvidoria.mdh.gov.br, disque100.mdh.gov.br e ligue180.mdh.gov.br. Também está disponível em Android e IOS o aplicativo Direitos Humanos BR, capaz de receber denúncias, solicitações e informações relacionadas ao órgão.

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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