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Magistratura discute Igualdade de Gênero nas Instituições nesta sexta

Saiu no site AMAMSUL

 

Veja publicação original:  Magistratura discute Igualdade de Gênero nas Instituições nesta sexta

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A Associação dos Magistrados de MS (Amamsul) e o Comitê de Gênero, Raça e Diversidade do TJMS trazem a Campo Grande nesta sexta-feira (30) profissionais renomados para participar do I Fórum de Igualdade de Gênero nas Instituições.

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Magistradas e magistrados, promotoras, defensoras, procuradoras, advogadas, professores, delegadas de polícia e outros integrantes de carreiras jurídicas estarão reunidos para discutir, debater e trocar experiência. Assim, durante todo o dia, palestrantes e conferencistas reconhecidos nacionalmente promoverão um diálogo necessário e multidisciplinar com as mais conceituadas e parceiras instituições.

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A Desa Elizabete Anache fará a abertura oficial e, a seguir, os participantes terão um bate papo com a juíza Renata Gil, juíza do TJRJ e vice-presidente da AMB. Em seguirda, no primeiro painel, Gabriela Manssur, Promotora de Justiça de S.Paulo, proferirá a palestra Igualdade de Gênero nas Instituições, abrindo as discussões com as debatedoras.

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Compõem o primeiro painel, além da palestrante, a desembargadora aposentada Maria Isabel de Matos Rocha, que será a presidente de mesa, e as debatedoras Fabíola Marquetti Sanches Rahim (Procuadora-Geral do Estado), Jaceguara Dantas da Silva (Procuradora de Justiça), a juíza Helena Alice Coelho Machado, a juíza Mariana Rezende Ferreira Yoshida, Neca Chaves BUnlai (diretora da Insted), Paula da Silva Volpe (Promotora de Justiça), a advogada Rachel Magrini Sanches, a juíza federal Raquel Domingues do Amaral, a advogada Silmara Domingues Araújo Amarilla.

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No período vespertino, os trabalhos recomeçam com a juíza Maria Domitila Prado Manssur, do TJSP e da Comissão AMB Mulheres, que abordará a Igualdade de Gênero no Judiciário. Em seguida, a juíza Camila de Melo Mattioli Gusmão Serra Figueiredo fará uma apresentação de projetos institucionais para magistradas pela Amamsul, e as palestras serão retomadas com a médica ginecologista, obstetra e cirurgiã Albertina Duarte Takiuti, que falará sobre Ser Mulher: Sexualidade e Felicidade.

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Neste painel a juíza Liliana de Oliveira Monteiro, membro do Comitê de Gênero, Raça e Diversidade do TJMS, presidirá a mesa de trabalho e como debatedores estarão advogada Carine Beatriz Giaretta, Daniele de Souza Osório (Defensora Pública Federal), Thaís Dominato Silva Teixeira (Defensora Pública de MS), advogada Lázara Odete Baraúna Ferreira Salamene e a advogada da União Jerusa Gabriela Ferreira.

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Antes do início do terceiro painel, o juiz Mário José Esbalqueiro Jr. compartilhará algumas Reflexões sobre a Mulher no Cárcere. A seguir, a advogada Marina Zanatta Ganzarolli ministrará palestra sobre Estereótipos de Gênero e Participação Feminina nos Espaços de Poder: Avanços e Desafios. A presidentes de mesa será a juíza Jacqueline Machado, que responde pela Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar de MS.

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Como debatedores estarão Aline Gonçalves Sinott Lopes (delegada da Polícia Civil), Ariadne Fátima Cantú (Procuradora de Justiça), Fabiane Ferreira (Juíza do Trabalho), advogada Luciana Branco Vieira, Ludmila Santos Russi de Lacerda (Procuradora do Estado), Mateus Moreira de Oliveira (servidor do TJMS) e Patrícia Elias Cozzolino de Oliveira (1ª Subdefensora Púbica-Geral de MS). O encerramento será com a juíza Sueli Garcia, diretora social da Amamsul.

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O evento será realizado no auditório da Escola Superior da Magistratura (Esmagis), na sede campo da Amamsul na Capital, com apoio da TV Morena, da Faculdade Insted, Sicredi, Instituto de Protesto – IEPTB, Anoreg/MS e Winery Brazil. O I Fórum de Igualdade de Gênero nas Instituições é aberto ao público, mas não haverá entrega de certificado. Os interessados devem confirmar presença no telefone 3314-1304.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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