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Caminhada contra feminicídio marca os 13 anos da Lei Maria da Penha

Saiu no site CORREIO BRAZILIENSE

 

Veja publicação original:   Caminhada contra feminicídio marca os 13 anos da Lei Maria da Penha

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Os nomes das 15 vítimas de feminicídio no DF este ano foram lidos um a um, enquanto, em coro, as mulheres respondiam “presente”

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No dia em que a Lei Maria da Penha completa 13 anos, mulheres se unem em passeata contra o feminicídio. Com faixas de protesto, elas se se encontraram na Avenida Comercial de Taguatinga, na manhã desta quarta-feira (7/8), para alertar sobre a necessidade de se combater à violência contra mulher. O evento é promovido pelo projeto Mulheres Feminicidio Não.

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Em um dos atos, os nomes das 15 vítimas de feminicídio no DF este ano eram lidos um a um, enquanto, em coro, as mulheres respondiam “presente”. Os nomes foram pronunciados no trio elétrico, enquanto as mulheres, e alguns homens, caminhavam e faziam barulho com apitos. O objetivo é combater o feminicidio e conscientizar a população a denunciar ainda nos primeiros sinais de violência.

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Lúcia Erineta, moradora de Taguatinga e idealizadora do projeto Mulheres Feminicidio Não, foi vítima de violência e, hoje, luta para que outras mulheres não passem pela mesma agressão. “Eu sofri tentativa de feminicidio nos meus dois casamentos. Tenho deficiência na audição, devido à violência doméstica. Então, estamos aqui, no dia da Lei Maria da Penha, para lutar contra isso. E queremos repetir essa ação todo ano”, destaca.

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A técnica de enfermagem Rosana dos Santos, 50 anos, veio do Gama para mostrar a importância da denúncia. Ela foi vítima de violência pelo companheiro, com quem foi casada durante 27 anos. “Eu casei muito nova e meu marido não deixava eu trabalhar e nem estudar. Quando eu consegui meu primeiro emprego, ele quebrou tudo dentro de casa. Sofri muito, até que consegui minha independência e dei um basta nisso”, comenta. Rosana frisa que muitas mulheres sofrem violência, mas não tem consciência disso.

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O evento segue até às 13h, com uma ação social na CNB 3. Entre os serviços oferecidos, haverá o atendimento do ônibus da Secretaria da Mulher, da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), de clinicas e faculdades, além de atração musical.

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Elas no alvo 

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A violência contra a mulher é o tema da série Elas no alvo, divulgada pelo Correioentre domingo (4/8) e hoje (7/8). Depoimentos de vítimas, entrevistas com especialistas, números que escancaram a gravidade do problema que precisa ser encarado de frente por todos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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