HOME

Home

Governo reforça formação de magistrados sobre violência doméstica e tráfico de pessoas

Saiu no site EXPRESSO – PORTUGAL

 

Veja publicação original:  Governo reforça formação de magistrados sobre violência doméstica e tráfico de pessoas

.

O gabinete da secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade adianta que na quarta-feira vai ser assinado um protocolo entre a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e o Centro de Estudos Judiciários na quarta-feira para “reforçar ações de cooperação entre as duas entidades”

.

O Governo vai reforçar as ações de formação sobre violência doméstica e tráfico de seres humanos para magistrados, além de criar um guia de boas práticas sobre crimes de ódio.

.

Em comunicado, o gabinete da secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade adianta que na quarta-feira vai ser assinado um protocolo entre a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e o Centro de Estudos Judiciários (CEJ) na quarta-feira para “reforçar ações de cooperação entre as duas entidades”.

.

Com a assinatura do protocolo é “intensificado” o trabalho feito entre os dois organismos, desde logo com a criação de módulos e referenciais de formação, cursos de especialização, além da elaboração de guias de boas práticas nas áreas da violência contra as mulheres e violência doméstica e tráfico de seres humanos.

.

Pela primeira são também criados guias de boas práticas sobre crimes de ódio.

.

“A coordenação, execução e avaliação do impacto das ações de cooperação fica a cargo de um Grupo de Acompanhamento, constituído por um/a representante de cada uma das partes”, lê-se no comunicado, acrescentando que este compromisso tem a duração de quatro anos.

.

Este protocolo insere-se na Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação “Portugal + Igual” e no novo Plano de ação para a prevenção e o combate ao tráfico de seres humanos.

.

De acordo com a informação do gabinete da secretária de Estado, mais de 440 magistrados participaram nas ações de formação feitas em 2018.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME