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Estudo: inteligência artificial pode prejudicar mulheres e ampliar desigualdade de gênero

Saiu no site SPUTNIK

 

Veja publicação original:    Estudo: inteligência artificial pode prejudicar mulheres e ampliar desigualdade de gênero

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O crescimento de empregos em indústrias emergentes, como tecnologia da informação (TI) e engenharia, está destinado a prejudicar as mulheres de forma desproporcional e ao progresso alcançado na redução da desigualdade salarial.

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É o que afirma um novo relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF). Constatou-se que, apesar do fato de que a diferença salarial entre homens e mulheres (a diferença entre os salários médios de homens e mulheres) tenha diminuído nos últimos anos, ainda restam 202 anos para que a paridade de remuneração seja finalmente alcançada.

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O processo pode ficar ainda mais demorado se não houver progresso em trazer mais mulheres para a força de trabalho, pontuou o levantamento do WEF.

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“Estamos olhando para essas grandes mudanças estruturais, que eu acho que estão criando um obstáculo ao que era um momento mais forte antes da igualdade de gênero”, disse Saadia Zahidi, diretora administrativa e diretora de agendas sociais e econômicas do Fórum Econômico Mundial, à rede CNBC.

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A diferença de gênero é três vezes maior na indústria de Inteligência Artificial (IA), altamente mais técnica do que em outros setores, com mulheres representando apenas 22% da força de trabalho.

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Isso não só é prejudicial para o avanço da paridade salarial e da igualdade de gênero em termos mais gerais, mas também cria problemas para a própria tecnologia, informou o relatório. Se a IA for programada quase exclusivamente por homens, existe o risco de que preconceitos de gênero também entrem nas máquinas.

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“É absolutamente crucial que as pessoas que criam IA sejam representativas da população como um todo”, afirmou o chefe de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina do WEF, Kay Firth-Butterfield. A falta de diversidade significa que “não estamos realmente refletindo a população e temos um problema enorme”, acrescentou.

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O relatório do WEF apontou que algumas indústrias e instituições estão fazendo progresso no sentido de incentivar mais mulheres a se envolverem em tecnologias emergentes. Esses são os setores de educação e saúde e organizações sem fins lucrativos, nos quais o grupo de talentos das mulheres na IA supera os homens.

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“A diversidade — incluindo a diversidade de gêneros — de pontos de vista entre os inovadores é vital para garantir que as oportunidades econômicas criadas pela IA não aumentem as desigualdades de gênero existentes e que novos sistemas de inteligência artificial atendam às necessidades da sociedade em geral”, completou o relatório.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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