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Amber Heard conta que recebeu ameaças de morte após denunciar Johnny Depp

Saiu no site UNIVERSA

 

Veja publicação original: Amber Heard conta que recebeu ameaças de morte após denunciar Johnny Depp

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Em 2016, Amber Heard denunciou à polícia de Los Angeles o então marido, Johnny Depp, por violência doméstica. O caso ganhou a mídia internacional e, apesar das negativas do ator, foi resolvido nos tribunais.

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Dois anos depois, a atriz de “Aquaman” revelou em texto escrito por ela mesma ao jornal “The Washington Post” revelou o impacto em sua vida da exposição das agressões. “[Precisei] mudar o número do telefone semanalmente por estar recebendo ameaças de morte.”

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“Durante meses, eu raramente deixei meu apartamento e, quando saí, fui perseguida por câmeras em drones e fotógrafos a pé, em motos e em carros. Tabloides publicaram fotos minhas de maneira negativa. Senti que estava sendo julgada no tribunal da opinião pública e que minha vida e meu trabalho dependiam de julgamentos fora do meu controle”, escreveu Amber.

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“Há dois anos eu me tornei uma figura pública representando as vítimas de abuso doméstico e senti a força total da nossa cultura de ódio contra mulheres que dizem a verdade”.

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“Amigos e conselheiros me falaram que eu jamais voltaria a conseguir trabalho como atriz — que eu entraria em uma lista negra. Eu perdi um papel em um filme. Eu tinha um contrato de dois anos como garota propaganda de uma marca e a empresa me demitiu. Questionaram se eu continuaria a interpretar a Mera em ‘Liga da Justiça’ e ‘Aquaman'”.

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Hoje embaixadora pelos direitos da mulher da organização de direitos civis “American Civil Liberties Union” (ACLU), Amber disse ainda no texto que hoje uma de suas prioridades é garantir que as mulheres que denunciam seus parceiros recebam apoio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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