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Polícia diz que turistas decapitadas no Marrocos possivelmente foram vítimas de crime sexual

Saiu no site REVISTA MARIE CLAIRE

 

Veja publicação original:  Polícia diz que turistas decapitadas no Marrocos possivelmente foram vítimas de crime sexual

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A alegação vem após a confirmação de que nenhum dos seus pertences foram roubados

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Duas turistas escandinavas, Dane Louisa Jespersen, 24, e Maren Ueland, 28, foram encotradas mortas e degoladas nas proximidade da vila de Imlil, no Marrocos. As duas estavam fazendo um mochilão pelo país e acampavam nos arredores do Monte Toubkal, onde escalavam pico mais alto do norte da África.

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Após alguns dias de investigação, a polícia do Marrocos falou ao portal de notícias Morocco World News que o crime foi, possivelmente, motivado por abuso sexual, uma vez que nenhum pertence das mulheres foi roubado.

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Segundo guia local que teve contato com as viajantes antes do crime, as amigas viajavam com todo equipamento necessário para realizar o percurso com segurança. As duas eram estudantes da University of South-Eastern Norway, na Noruega.

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Três suspeitos que acampavam perto do local do crime foram presos. Esta é a primeira vez que um crime deste tipo ocorro no local e a comunidade de Imlil está muito chocada. O ocorrido abalou todo o país, uma vez que o turismo é segunda maior fonte de renda do Marrocos, atrás somente da agricultura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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