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Fernanda Lima explica processo contra Eduardo Costa: ‘inibir agressões’

Saiu no site DIA ONLINE

 

Veja publicação original: Fernanda Lima explica processo contra Eduardo Costa: ‘inibir agressões’

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A apresentadora afirmou que as desculpas dadas por Eduardo Costa teriam sido feitas após ela já ter autorizado o processo.

 

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A apresentadora Fernanda Lima usou seu perfil no Instagram na sexta-feira, 14, para fazer um esclarecimento a respeito do processo que está movendo contra o cantor Eduardo Costa. Ela também atribuiu a situação à qual vem passando ao machismo presente na sociedade.

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“Depois de ser difamada, agredida e ameaçada por ele através de um post indignado, procurei orientação jurídica a fim de proteger a mim e à minha família. Fui orientada a processá-lo, pois dessa forma inibiria agressões futuras. E assim o fiz.”

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Segundo Fernanda, as desculpas dadas por Eduardo Costa teriam sido feitas após ela já ter autorizado o processo, “deixando claro que não se arrepende do que disse, e sim da forma como disse.”

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A apresentadora ainda relatou que tem recebido mensagens de ódio por parte dos fãs do sertanejo: “Ontem mesmo minha assessoria recebeu telefonema de um fã dele me ameaçando.”

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Fernanda Lima afirmou “não entender” as desculpas dadas por Eduardo e demonstrou não estar convencida de que sejam reais. “Além disso, um pedido de desculpa verdadeiro pode até ser louvável, mas ele não repara o mal que fez à vítima”, complementou.

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“Faz parte do machismo estrutural transformar a vítima em ré. Era justamente esse o assunto do meu programa Amor & Sexo que tanto indignou o meu agressor.”

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A apresentadora também aproveitou o espaço para desmentir notícias publicadas na imprensa de que teria ficado “possessa” ao saber da entrevista de Eduardo Costa a Pedro Bial e de que teria tentado impedir que o cantor fizesse parte de outros programas na emissora.

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“Não tenho ingerência sobre a escolha dos convidados dos programas da emissora – com exceção do Amor & Sexo”, afirmou, antes de concluir ressaltando sobre “como é importante falarmos e sabotarmos essa engrenagem machista”.

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Entenda o caso

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A confusão entre os dois começou após a apresentadora fazer um discurso incisivo sobre o conservadorismo durante o Amor & Sexo que foi ao ar em 6 de novembro.

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Na ocasião, Fernanda foi chamada de “imbecil” (entre outras ofensas) por Eduardo Costa, que também afirmou, por meio de seu perfil no Instagram: “a mamata vai acabar, a corda sempre arrebenta pro lado mais fraco e o lado mais fraco hoje é o que ela está”.

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Posteriormente, o cantor voltou atrás e pediu desculpas. No dia 30 de novembro, Costa foi entrevistado pelo Conversa com Bial, da Globo, mesma emissora em que Fernanda trabalha, e pediu desculpas por meio de um vídeo

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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