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Palestra aborda a diversidade, equidade de gênero e raça nas organizações

Saiu no site CORREIO DO POVO

 

Veja publicação original:  Palestra aborda a diversidade, equidade de gênero e raça nas organizações

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A ação fez parte da programação dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência de gênero

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“Uma sociedade sem violência contra mulher e com mais equidade de gênero nas organizações não é boa só para as mulheres, é boa para todos”. Essa frase deu início à palestra Diversidade, equidade de gênero e raça nas organizações, realizada na noite desta quarta-feira (28).

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O evento, promovido pelo Núcleo Multissetorial da Mulher Empresária da Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava (Acig), em parceria com a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres e Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Sesi-Senai, faz parte da programação dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência de gênero.

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De acordo com a secretária de Políticas Públicas para Mulheres de Guarapuava, Priscila Schran de Lima, a palestra trouxe à tona uma discussão de competência e profissionalismo sobre o preconceito e a discriminação.

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“Por muitos anos, as mulheres foram acostumadas a ter como referência de liderança a figura masculina e, ainda, às vezes, é difícil pensar fora deste padrão, mas é fundamental garantirmos maior participação de mulheres líderes nas organizações. Hoje, olhamos para essa diversidade que impulsiona a criatividade e novas ideias para as organizações e discutimos um tema que promove mais vida e mais desenvolvimento humano. Uma cidade plenamente desenvolvida se faz com humanos desenvolvidos”, aponta a secretária.

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A palestra foi ministrada pela socióloga, mestre e membro consultora da comissão de Enfrentamento a Violência de Gênero da OAB Paraná, Renata Thereza Fagundes Cunha. Com um extenso currículo profissional, a palestrante trabalha atualmente como Consultora do Sesi-PR nas áreas de gestão para a sustentabilidade, pesquisas sociais, gestão da diversidade e equidade de gênero, engajamento de stakeholders, investimento social privado e voluntariado empresarial. Além da palestra, Renata também aplicou dinâmicas, a fim de fomentar a discussão sobre o assunto.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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