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Entenda o que é violência psicológica e como denunciar

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Veja publicação original:   Entenda o que é violência psicológica e como denunciar

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Veja o vídeo com dicas da secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Adriana Urquiza, para identificar e denunciar este e outros tipos de violência

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Um relacionamento não precisa atingir um determinado nível de agressividade e desrespeito para ser considerado abusivo e violento. Mostrar a realidade da violência psicológica é o objetivo de uma campanha pública realizada pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da Secretaria Extraordinária de Políticas Públicas para as Mulheres (SEPPM). A campanha foi lançada na terça-feira (27) com uma palestra com o tema da violência psicológica contra mulher.

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Veja acima o vídeo com dicas da secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Adriana Urquiza, para identificar e denunciar este e outros tipos de violência.

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Múltiplas violências

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Segundo a advogada especializada em Direito Criminal e Empresarial, Isabela Carla Cabral de Medeiros, muitas mulheres vivem em um cenário de múltiplas violências, como a violência psicológica, dentro de seus relacionamentos, na sociedade e na vida familiar. “A lei Maria da Penha surgiu para salvaguardar a mulher de todas as formas de violência: violência física, violência psicológica, violência sexual, violência patrimonial e violência moral”, frisou a especialista.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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