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Lutadora do UFC é internada com osso da face quebrado após violência doméstica

Saiu no site ESPORTE IG

 

Veja publicação original:   Lutadora do UFC é internada com osso da face quebrado após violência doméstica

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Rachael Ostovich é lutadora peso mosca no UFC e deu entrada num hospital do Havaí com múltiplas fraturas. Fontes dizem que ela não está bem

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A lutadora Rachael Ostovich foi vítima de violência doméstica no Havaí
Reprodução

A lutadora Rachael Ostovich foi vítima de violência doméstica no Havaí

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Segundo informações do site TMZ.com , a lutadora do UFC Rachael Ostovich deu entrada no hospital no último fim de semana, no Havaí, em estado grave e com múltiplas fraturas pelo corpo. O Departamento de Polícia de Honolulu abriu uma investigação do caso como violência doméstica.

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Rachael tem 27 anos e é casada desde abril de 2017 com o também lutador Arnold Berdon. Os dois tem uma filha chamada Ruby Rose. De acordo com as informações de sites americanos, a lutadora teve uma fratura no osso orbitral da face e demais machucados. Pela gravidade das lesões, o caso foi associado a violência doméstica .

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Ainda não é possível confirmar se a agressão partiu do marido ou de algum parente próximo. O site KHON2.com, do Havaí, citou uma fonte que indica que a lutadora do peso mosca está ‘em má forma’.

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Rachael tem uma luta marcada para o dia 19 de janeiro de 2019, em Nova York, contra a norte-americana Paige VanZant. Os ingressos para o evento já começaram a ser vendidos. Até agora os agentes da lutadora não se pronunciaram, nem os assessores do UFC sobre um possível adiamento do evento.

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Abaixo uma foto de Rachael com o marido, publicada em seu Instagram.

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Começando sua carreira amadora em 2010, Rachael acumulou uma série invicta de 6-0 durante três anos. Pelo bom desempenho, estreou no MMA profissional em janeiro de 2014 e fez apenas duas apresentações até ir para o Fightin Championships.

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Em 2016 participou do programa ‘The Ultimate Fighter 26’, foi eliminada nas quartas de final, mas retornou para uma luta exibição na final. No ano passado estreou no UFC e tem uma série de quatro vitórias e quatro derrotas.

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A violência doméstica contra lutadoras

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Outra lutadora americana foi vítima de violência doméstica em agosto deste ano
Reprodução

Outra lutadora americana foi vítima de violência doméstica em agosto deste ano

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A maioria das pessoas deve pensar que por dominarem diversas artes marciais, as lutadoras do UFC estão menos propensas a sofrer com a violência doméstica. Mas não é bem por aí.

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Em diversos relatos sobre agressões contra mulheres é possível entender que além da agressão física, existe primeiro a psicológica e é essa que faz com que elas não tenham forças para reagir.

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O caso de Rachael Ostovich não é o primeiro no UFC e, infelizmente, não será o último. Em agosto deste ano, a lutadora americana Andrea Lee também foi vítima de violência doméstica . O marido tentou queimá-la com cigarros, mas ela conseguiu se salvar com a ajuda de uma amiga.

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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