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Espetáculo gratuito no Recife aborda violência doméstica e sexual e empatia entre mulheres

Saiu no site G1

 

Veja publicação original:   Espetáculo gratuito no Recife aborda violência doméstica e sexual e empatia entre mulheres

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‘Flores Fortes’ é apresentado nesta terça (20), na quarta (21) e em 26 e 27 de novembro, na Escola Pernambucana de Circo, na Macaxeira, na Zona Norte da cidade.

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A Escola Pernambucana de Circo apresenta, em quatro sessões no Recife, o espetáculo “Flores Fortes”, que aborda temas como sororidade, colaboração, empatia entre mulheres, violência doméstica e sexual. As apresentações têm entrada gratuita e ocorrem às 19h nesta terça (20), na quarta (21) e em 26 e 27 de novembro.

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O espetáculo mescla circo, dança e teatro e pode ser conferido na sede da escola, localizada na Avenida José Américo de Almeida, na Macaxeira, Zona Norte da capital pernambucana. Seis atrizes entram no palco para falar sobre paradigmas e preconceitos vivenciados pelas mulheres.

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Na trilha sonora, estão músicas que permeiam o movimento feminista, além de funks de cunho machista, que tratam da objetificação do corpo da mulher. Também fazem parte da sonoplastia as canções “Maria da Vila Matilde”, de Elza Soares, e “Maria, Maria”, de Milton Nascimento.

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Serviço

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Espetáculo “Flores Fortes”

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Terça (20) e quarta (21) e 26 e 27 de novembro, às 19h

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Escola Pernambucana de Circo – Avenida José Américo de Almeida, 5, Macaxeira, Recife

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Entrada gratuita

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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