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Ex-BBB Clara Aguilar revela relacionamento abusivo: “Falava que ia se matar”

Saiu no site REVISTA MARIE CLAIRE

 

Veja publicação original: Ex-BBB Clara Aguilar revela relacionamento abusivo: “Falava que ia se matar”

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Ela narra sua história de agressão psicológica e conta que só conseguiu se desvencilhar desta relação depois de quatro anos de sofrimento

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Por Felipe Carvalho

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ada vez é maior o número de mulheres que relatam ter passado ou que estão em um relacionamento abusivoClara Aguilar é uma delas. Ela conta que passou quatro anos sofrendo com isso e só foi perceber que algo estava errado quando conseguiu sair da relação.

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A ex-sister, que participou da 14ª edição do Big Brother Brasil, relata que, até o final, sofria calada, se culpava e aguentava toda a pressão psicológica.

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“Como na maioria dos relacionamentos abusivos, no começo ele parece um príncipe encantado, supercavalheiro, educado e nos primeiros meses parecia um conto de fadas. Logo essa pessoa se mostrou quem realmente era. Eu sentia culpa, achava que eu era o problema, que não era boa o suficiente para ele”, lembra em entrevista à Marie Claire.

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A ex-BBB, que prefere manter o nome da pessoa em sigilo, relata que não chegou a ser agredida fisicamente, mas o abuso mental foi muito pior do que um tapa.

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“Eu vivia com medo das minhas atitudes porque, a qualquer momento, eu sabia que ele iria surtar por qualquer besteira que fosse. As brigas eram sempre por motivos muito bobos e se transformavam em algo bem feio”, comenta.

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Clara Aguilar (Foto: Arquivo pessoal)

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Clara não trouxe traumas desta relação para seu namoros futuros, mas ela diz que foi muito difícil se desvencilhar já que tentou terminar por várias vezes, mas o agressor a convencia que ninguém nunca iria ama-la como ele.

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“Eu caía nas chantagens emocionais e no final acabava voltando. Depois de muitas idas e vindas, consegui colocar um ponto final. Foi muito complicado. Ele me xingava, me ameaçava, falava que ia se matar, mas eu sabia que precisava por um ponto final. Juntei forças e não voltei mais atrás”, pontua.

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Em um vídeo em seu canal no Youtube, Às Claras, a ex-sister ainda dá algumas dicas para suas seguidoras conseguirem identificar um relacionamento abusivo tal qual ela passou:

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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