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Alias Grace: minissérie baseada em obra de Margaret Atwood estreia na Netflix

Saiu no site SÉRIE ELAS POR ELAS:

 

Veja publicação original:   Alias Grace: minissérie baseada em obra de Margaret Atwood estreia na Netflix

 

Temos mais um grande sucesso baseado em uma obra escrita por Margaret Atwood vindo por aí? Esperamos que sim! Entra hoje, sexta-feira (3), no catálogo brasileiro a série Alias Grace, adaptação de Vulgo Grace, de Margaret Atwood.

A minissérie canadense produzida pela emissora CBC é ambientada nos anos 1840 e tem como trama central a vida de Grace Marks, presa sob acusação de ajudar a assassinar o patrão. Ao todo são seis episódios e nós, mulheres, podemos nos orgulhar e muito do time que fez o show. Como bem lembrou o portal Mulher No Cinema o texto é de Sarah Polley, roteirista e diretora de Longe Dela (2006) e Histórias que Contamos (2012); a direção é de Mary Harron, de Psicopata Americano (2000); e a protagonista é Sarah Gadon, de Drácula: A História Nunca Contada (2014).

Confira o trailer:

Em 2017, outra série baseada em um livro de Atwood foi lançada e muito bem comentada pela crítica. Inspirada no livro “O Conto de Aia”, The Handmaid’s Tale foi produzida pelo serviço de streaming Hulu e foi premiada no Emmy 2017 como Melhor Série de Drama. Confira a nossa análise do show no texto “The Handmaid’s Tale: poderosa e devastadoramente atual“.

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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