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29/11 é Dia Internacional das Mulheres Defensoras dos Direitos Humanos

Saiu no site ONU MULHERES

 

Veja publicação original:  29/11 é Dia Internacional das Mulheres Defensoras dos Direitos Humanos

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No marco da data, ONU Mulheres abre chamada para sugestões para a elaboração de estratégia voltada às defensoras dos direitos humanos 

Participe: https://goo.gl/khKdsF  Prazo para envio: 06/01/2019

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Em todas as partes do mundo, mulheres ativistas trabalham incansavelmente para defender nossas liberdades e direitos, apesar das ameaças e da violência. Sua coragem é extraordinária e sua atividade é crucial para o avanço dos direitos humanos.

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Dia 29 de novembro é o dia internacional de reconhecimento e celebração das mulheres defensoras dos direitos humanos*, essenciais para o fortalecimento e a consolidação das democracias e do Estado de Direito no mundo.

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No marco temático, a ONU Mulheres está no processo de desenvolver uma estratégia para apoiar melhor as mulheres defensoras dos direitos humanos. A estratégia busca engajamento com a sociedade civil para conhecer os desafios enfrentados e guiará o escritório da ONU Mulheres a implementar os mandatos normativos, programáticos e de coordenação da ONU. Tem, ainda, como propósito subsidiar o trabalho do Sistema das Nações Unidas para o apoio às defensoras e aos defensores dos direitos humanos.

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Contribua! Acesse este link https://goo.gl/khKdsF  O prazo para contribuições se encerra em 6 de janeiro de 2019.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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