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PROGRAMA ELIANA ABRE ESPAÇO PARA PRESTAR INFORMAÇÕES ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA

Sempre tive o sonho de prestar informações às mulheres em situação de violência em algum programa de televisão. Informações sobre os serviços disponíveis e onde procurar ajuda, sobre quais são os tipos de violência, quais as inovações da lei Maria da Penha e como é formado o sistema de justiça e a rede de proteção e de enfrentamento à violência contra mulher.

Depois do sucesso do programa da Eliana que utilizou a hashtag #ElianaPorTodasElas para falar sobre violência contra mulher,  o que começou com um convite para falar sobre a cultura do estupro, se tornou um serviço público de informação para toda a sociedade, principalmente as mulheres, adolescentes e crianças.

Eu e minha grande amiga, advogada, feminista e fundadora da rede feminista de juristas, Marina Ganzarolli, fizemos uma sugestão de responder ao vivo às perguntas dos telespectadores. De pronto essa sugestão foi abraçada pela direção, que fez um convite para que ficássemos todo o programa respondendo aos questionamentos sobre violência contra mulher que chegavam a nós, via twitter.

É muito importante, aos domingos em rede nacional, levar para dentro de casa informações sobre o que é violência contra mulher, como combater essa violência e quais são os caminhos que você pode percorrer e buscar apoio.

No final do programa,  continuamos em uma transmissão ao vivo pelo Facebook Live, respondendo várias perguntas. Tivemos muitos questionamentos de vários lugares do Brasil, sobre diferentes temas, todos voltados a levar informação pra dentro de casa.

Como se diz hoje em dia: “Em briga de marido e mulher, se mete a colher sim, se dá  informação e se incentiva as mulheres a denunciarem”.

Para você que está em uma situação de violência e quer denunciar, disque 180 ou procure uma das portas de entrada rede de enfrentamento à violência contra mulher, como:Delegacia dos Direitos da Mulher Defensoria Pública, Ministério Público, OAB, Poder Judiciário, Centro de Referência da Mulher, Secretarias Municipais de Política para Mulheres, Coordenadoria dos Direitos da Mulher, ONGs, Associações e Casas Abrigo que trabalham com o tema. Não se cale, rompa o ciclo, estamos aqui para te ajudar.

Quer saber mais informações sobre violência contra mulher? Dê uma olhada nestas cartilhas: Cartilha “Mulher vire a página” 

 

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