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Prodesp desenvolve novo layout para o site “Trabalho sem assédio sexual’

Saiu no site ABC DO ABC

 

Veja publicação original:  Prodesp desenvolve novo layout para o site “Trabalho sem assédio sexual’

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Plataforma busca conscientizar servidores públicos sobre a importância do respeito às mulheres no ambiente de trabalho

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A Prodesp, empresa de Tecnologia do Governo de São Paulo, desenvolveu um novo layout para o site Trabalho sem assédio sexual, da Corregedoria Geral da Administração (CGA). Com navegação mais intuitiva, a plataforma é uma das ferramentas utilizadas pela administração estadual na campanha “Trabalho sem Assédio Sexual”, que tem como principal objetivo conscientizar os servidores públicos sobre a importância do respeito às mulheres no ambiente de trabalho.

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O assédio sexual no trabalho é crime e ocorre sempre que houver manifestação sexual ou sensual não consentida. Os casos de abuso contaminam o ambiente de trabalho e podem afetar a saúde, não apenas da pessoa assediada, mas também dos outros empregados, gerando um clima de medo, constrangimento e angústia, que pode comprometer a produtividade da equipe.

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Desenvolvido pela Analista de Suporte à Gestão da Prodesp, Silvia Ferreira Santos, a plataforma conta com um formato responsivo que ajusta a tela de leitura para o formato mais adequado em cada dispositivo, como desktop, tablets e celulares. O site obteve nota de 93% de acessibilidade pelo Avaliador e Simulador de Acessibilidade em Sítios (ASES), do Governo Federal.

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“O assédio sexual é uma agressão psicológica, física e moral para qualquer mulher, causando constrangimento tanto para quem sofre quanto para as pessoas que presenciam a situação. É mais uma ferramenta importante que, além de permitir denúncias, também pode ser um agente inibidor do ato”, destacou Santos.

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Por meio do site, as vítimas ou os servidores que presenciaram casos de abuso sexual no trabalho, podem fazer a denúncia de forma segura e sigilosa. O relato será armazenado em banco de dados e encaminhado para que a equipe da Corregedoria prossiga com a investigação.

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Crédito: divulgação/Prodesp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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