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Em Dia Mundial de Zero Discriminação, UNAIDS defende igualdade de mulheres e meninas

Saiu no site ONU BRASIL

 

Veja publicação no site original:   Em Dia Mundial de Zero Discriminação, UNAIDS defende igualdade de mulheres e meninas

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O UNAIDS desafiou a discriminação enfrentada por mulheres e meninas no Dia Mundial de Zero Discriminação 2020, lembrado em 1º de março. O objetivo é conscientizar e mobilizar ações para a promoção da igualdade e do empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo. A AIDS continua sendo a maior causa de morte de mulheres entre 15 e 49 anos.

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A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o esforço para vencer a AIDS é inseparável da luta pelos direitos das mulheres e da luta contra todas as formas de discriminação.

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Publicação do UNAIDS pede zero discriminação contra mulheres e meninas - Foto: reprodução

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O UNAIDS desafiou a discriminação enfrentada por mulheres e meninas no Dia Mundial de Zero Discriminação 2020, lembrado em 1º de março. O objetivo é conscientizar e mobilizar ações para a promoção da igualdade e do empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo. A AIDS continua sendo a maior causa de morte de mulheres entre 15 e 49 anos.

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O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS avalia que, embora alguns países tenham feito progressos louváveis rumo a uma maior igualdade de gênero, a discriminação contra mulheres e meninas ainda existe em toda parte. A intersecção com outras formas de discriminação—baseadas, por exemplo, em renda, raça, etnia, deficiência, orientação sexual ou identidade de gênero—resulta em violações de direitos que prejudicam desproporcionalmente mulheres e meninas.

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De acordo com o UNAIDS, a desigualdade de gênero afeta a saúde e o bem-estar de todas as pessoas. Em muitos países, as leis que discriminam mulheres e meninas permanecem em vigor, enquanto as leis que defendem os direitos básicos das mulheres e as protegem contra danos e tratamentos desiguais estão longe de ser a norma.

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A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o esforço para vencer a AIDS é inseparável da luta pelos direitos das mulheres e da luta contra todas as formas de discriminação. Em mensagem para a data, ela afirmou que é necessário enfrentar as injustiças sociais e econômicas e estimular mais inovações científicas para atender às reais necessidades de mulheres, meninas e pessoas que vivem com HIV e são vulneráveis ao vírus.

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“A vitória sobre a AIDS depende do enfrentamento de todas as formas de discriminação”, afirmou Winnie Byanyima. “Vamos vencer a AIDS. Isso pode ser feito”, finalizou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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