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Corrida Movimento pela Mulher reúne 1.500 pessoas em São Paulo

Saiu no site ESTADÃO

 

Veja publicação original:  Corrida Movimento pela Mulher reúne 1.500 pessoas em São Paulo

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Evento defende o fim da violência contra a mulher e a igualdade

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Por Silvia Herrera

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Na manhã do domingo, 25 de agosto, uma corrida com propósito reuniu 1.500 pessoas na área da Assembleia Legislativa de São Paulo. Elas e eles participaram da 3ª edição da Corrida Movimento Pela Mulher, que defende o fim da violência contra a mulher, a igualdade, o empoderamento feminino e a justiça por meio do esporte. #corridaderua  #MovimentoPelaMulher #BlogCorridaParaTodos

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Para a promotora de justiça Gabriela Manssur, idealizadora da corrida, incentivar mulheres a praticar atividades físicas e adotar um estilo saudável contribui muito para a prevenção e erradicação da violência. “Elas adquirem saúde, força, autoestima, respeito ao próprio corpo e amor à vida.” A promotora e corredora amadora comemorou a participação de mulheres e homens. “A igualdade de gênero nãé uma luta só das mulheres, mas também dos homens, que podem e devem abraçar a causa”. E informou que ano que vem tem mais. “Vamos em frente!”

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Uma corrida com clima de união, sem empurra-empurra e muitas vitórias pessoais. Maria Claudia Pereira dos Santos, vencedora dos 10K feminino com o tempo de 42m34s, repetiu a mensagem que virou marca da Corrida Movimento Pela Mulher: “Lugar de mulher é onde ela quiser!” E com a experiência de quem rompeu o ciclo da violência também com a ajuda do esporte, ensinou: “Procure ajuda e vá fazer algo que te deixe feliz.” Elisa Rodrigues de Siqueira, a segunda colocada dos 10K com 43m03s, passou uma lição de sororidade, de união. “Vamos dar as mãos e incentivar umas às outras.”

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Mais do que um acontecimento esportivo e um estímulo à atividade física, o Movimento Pela Mulher é um projeto contínuo que visa levar mulheres e homens a refletir, discutir e experimentar temas como empoderamento, igualdade e justiça e conscientizar a sociedade e o poder público sobre o grave problema social que é a violência contra a mulher. Pelas mídias digitais a promotora maratonista Gabriela Manssur compartilha seu trabalho e motiva as mulheres pela plataforma Justiça de Saia (www.justicadesaia.com.br) e Instagram @justicadesaia.

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VENCEDORAS 5K

Priscilla Lages de Altavila Pradines – 00:20:43

Debora Rampazo – 00:21:33

Simone Gomes – 00:22:27

Normilde Silva Cruz – 00:22:41

Beatriz Akinaga Izidoro – 00:24:04

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VENCEDORES 5K

Jefferson Willian Serra Marcelino – 00:17:26

Isaque Mendes Guedes – 00:17:45

Emile Kobiyama – 00:18:17

Rogerson Jose Glaab – 00:18:36

Robson Oliveira – 00:19:19

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VENCEDORAS 10K

Maria Claudia Pereira Santos – 00:42:34

Eliza Rodrigues de Siqueira – 00:43:03

Rafaela Costa – 00:50:28

Cristine Stahlschmidt – 00:50:25

Aparecida Jorge de Lima Cardoso – 00:51:41

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VENCEDORES 10K

Alexandre Pereira da Silva – 00:36:25

Carlos Silva Manoel – 00:37:00

Claudinei Lima de Carvalho – 00:41:38

Marco Antonio Alves Caetano – 00:42:35

Francis Henry Ferreira – 00:45:56

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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