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Thiago Brennand condiciona retorno ao Brasil à revogação de ordens de prisão preventiva.

Saiu na Uol

Há cerca de duas semanas, no dia 17 de março, a Polícia apreendeu, em um clube de tiro em Atibaia, mais de 70 armas de fogo que seriam de Brennand. Ele teve seu CAC suspenso e não pode possuir armamentos registrados em seu nome. Desde que saiu do Brasil, o empresário veio a público através de vídeos publicados no YouTube expor a sua versão sobre os acontecimentos. Nos dias 11 e 25 de outubro do ano passado, Brennand afirmou, em meio a elogios a Jair Bolsonaro (PL), que é politicamente perseguido e que irá comprovar sua inocência. Ele direcionou impropérios ao procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mário Sarrubo, e à ex-promotora de Justiça Gabriela Manssur, que também acionou o… –

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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