HOME

Home

Racismo 5G: as redes sociais são de fato um espaço seguro para meninas e mulheres negras?

Saiu na Época

Leia a Publicação Original

Quando se for no Brasil, todo o dia se tornará uma experiência social que pode ser pensada para ser uma mulher ampla, recortada até as redes sociais e amplas do debate. O insight mais recente que eu está relacionada a como mulheres negras – de fato – vítimas de haters nas redes sociais , como esse preconceito se reproduz e como novas gerações de mulheres negras exatamente iguais às mesmas redes – assim como sempre estão estão apagadas – sendo apagadas das mulheres negras , invisibilizadas e suprimidas do seu direito de dialogar e sonhar.

Sou, com muito orgulho, colunista da InvestNews Br no programa ESG News com Liliane Rocha, programa no qual mensalmente sobre questões de meio ambiente, sociedade, falo, governança corporativa e afins. Recentemente, no Mês do Meio Ambiente, fiz um programa dedicado a falar sobre o tema, com um recorte para o Racismo Ambiental – um conceito técnico, metodológico, embasado e de vanguarda que, entre outras coisas, como determinadas parcelas da população são particularmente mais impactadas por crises, catástrofes e acidentes ambientais.

Leia a Matéria Completa Aqui!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME