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‘Quando der vontade, eu volto’, afirmou estuprador a vítima após crime

Saiu no site ESTADO DE MINAS

 

Investigado por estuprar duas mulheres em cidades no Centro-Oeste de Minas foi preso nessa sexta-feira (26/7)

 

Um homem de 34 anos, investigado por estuprar duas mulheres em Arcos e Lagoa da Prata, ambos municípios no Centro-Oeste de Minas, foi preso nessa sexta-feira (26/7). O caso foi divulgado pela Polícia Civil de Minas Gerais nesta segunda (29/7).

 

 

Em seu depoimento, a primeira vítima, de 48 anos, relatou que o agressor chegou a ameaçá-la, dizendo que voltaria quando quisesse, depois de fazê-la refém por cerca de três horas em sua própria casa, no bairro Castelo, em Arcos. O crime ocorreu no dia 23 de junho. De acordo com informações da Polícia Civil, por volta das 3h, a mulher notou que alguém estava rondando sua casa e chamando-a pelo apelido. Ela tentou ligar para sua irmã, mas não conseguiu contato.

 

O homem então pulou o muro da casa, através de um lote vago, e entrou pela porta da cozinha, que não trancava direito. Ele foi até a janela do quarto da vítima, entrou e, na posse de uma faca, a violentou sexualmente, sob ameaça de que, se ela gritasse ou fizesse algo, ele a machucaria. Ele ficou cerca de três horas Antes de ir embora, por volta das seis horas da manhã, o investigado abusou novamente da vítima e a ameaçou dizendo “quando me der vontade, eu volto”.

 

 

As investigações da Polícia Civil apontaram que o mesmo homem era investigado por outro estupro em Lagoa da Prata, cidade a cerca de 30 quilômetros de Arcos. O crime foi cometido quase três semanas depois do primeiro, no dia 15 de julho. A vítima, uma mulher de 54 anos, foi covardemente agredida e violentada sexualmente pelo investigado após ser abordada quando saía de um forró.

 

A polícia então pediu a prisão preventiva do homem, cumprida nessa sexta. Ele agora está no sistema prisional, onde se encontra à disposição da Justiça.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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