HOME

Home

Premier da Nova Zelândia lança candidatura à reeleição impulsionada por resposta à pandemia da Covid-19

Saiu no site Extra.

Veja publicação original. Premier da Nova Zelândia lança candidatura à reeleição impulsionada por resposta à pandemia da Covid-19

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou neste sábado sua campanha à reeleição pelo Partido Trabalhista. A candidatura da premier, de 40 anos, foi impulsionada por pesquisas de opinião que indicam um sólido apoio ao seu nome em razão da resposta exitosa de seu governo à pandemia da Covid-19. Com medidas restritivas, o país da Oceania de 5 milhões de habitantes registrou apenas 1.569 casos e 22 mortes pelo novo coronavírus.

A popularidade da primeira-ministra, que chegou ao cargo em 2017 após uma ascensão meteórica que ficou conehcida como “Jacindamania”, chega a 60% segundo as últimas consultas. Durante seu mandato, além da pandemia, Jacinda liderou os neozelandeses diante de momentos dramáticos, como o atentado contra a mesquita de Christhurch, a erupção do vulcão de White Island.

Quando as pessoas me questionam se essa é uma eleição sobre a Covid-19, minha resposta é sim — afirmou Jacinda durante o lançamento de sua campanha, que promete destinar 311 milhões de dólares neozelandeses (R$ 1,1 bilhão) para estimular a economia e impulsionar o emprego.

Os trabalhistas são a principal composição da coalizão do atual governo neozelandês, que conta com outros dois partidos. Se os números das urnas refletirem as projeções das pesquisas, a legenda de centro-esquerda pode garantir sozinha a maioria do Parlamento. A principal oponente de Jacinda na eleição é Judith Collins, líder da oposição no Parlamento. Filiada ao Partido Nacional e ex-ministra de diferentes governos, ela encampará uma campanha de centro-direita

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME