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Palhaço detido durante show em BH é condenado a 20 anos de prisão por estuprar adolescentes

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O poder judiciário de Santa Catarina confirmou nessa segunda-feira (6) a condenação de um homem, que trabalhava como palhaço, pelo estupro de dois adolescentes, de 12 e 13 anos. Ele deve cumprir pena de 20 anos, inicialmente, em regime fechado. O crime ocorreu em Blumenau (SC) durante a passagem do circo itinerante onde o acusado trabalhava. O artista foi preso em uma escola de Belo Horizonte, no último mês de setembro, enquanto realizava um show para crianças.

A mãe das vítimas contou à polícia que conheceu Márcio Ricardo da Silva e ficou com pena ao descobrir que ele dormia em um trailer durante a estadia do circo em Blumenau. A dona de casa o convidou para fazer refeições na residência onde vive com o marido e três filhos pequenos. Logo após isso, o palhaço começou a dormir no imóvel em uma cama dividia com os dois adolescentes. Durante a noite, ele estuprou os garotos.

Uma das vítimas chegou a pedir socorro a uma vizinha antes de contar o fato à própria mãe. O palhaço foi expulso da casa e desapareceu até ser preso em BH.

A denúncia contra o palhaço foi registrada em 16 de setembro e ele foi detido sete dias depois. A sentença que o condenou foi proferida pelo juiz Juliano Rafael Bogo e ainda cabe recurso junto ao Tribunal de Justiça.

Com Associação dos Magistrados Catarinenses

 

 

 

Publicação Original: Palhaço detido durante show em BH é condenado a 20 anos de prisão por estuprar adolescentes

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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