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ONU Mulheres promove curso gratuito de comunicação, saúde e direitos das mulheres – Inscrições online até 13/10/2017

Saiu no site AGÊNCIA PATRICIA GALVÃO:

 

Veja publicação original:  ONU Mulheres promove curso gratuito de comunicação, saúde e direitos das mulheres – Inscrições online até 13/10/2017

 

Inscrições começam nesta segunda-feira (2/10) e se estendem até 13 de outubro pelo blog comunicacaoedireitosdasmulheres.wordpress.com, com limite de 50 pessoas por turma. Curso será ministrado para duas turmas: uma para jornalistas e outra para comunicadoras, comunicadores e ativistas

 

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(ONU Mulheres, 02/10/2017 – acesse no site de origem)

 

 

Faça a sua inscrição:

 
Turma Jornalistas: Rio de Janeiro (16 e 17/10/17), Natal (24 e 25/10/17), Salvador (6 e 7/11/17) e Recife (13 e 14/11/17).
Turma Comunicadoras e comunicadores: Rio de Janeiro (18 e 19/10/17), Natal (25 e 26/10/17), Salvador (9 e 10/11/17) e Recife (16 e 17/11/17).

ONU Mulheres e entidades parceiras inscrevem, até 13/10, para curso gratuito de comunicação, saúde e direitos das mulheres em Natal, Recife, Rio de Janeiro e Salvador /

Jornalistas, comunicadoras, comunicadores e ativistas de Natal, Recife, Rio de Janeiro e Salvador podem se inscrever a partir desta segunda-feira (2/10) até o dia 13 de outubro para o Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres, promovido pela ONU Mulheres e entidades parceiras do campo da comunicação e outras agências das Nações Unidas, com apoio de empresas de comunicação digital.

 

 

O curso é viabilizado por projeto de cooperação entre a ONU Mulheres e a Fundação Ford, para incentivar a qualificação da cobertura local da imprensa, de plataformas digitais de comunicação livre, veículos de comunicação comunitários e populares sobre a realidade das mulheres infectadas pelo vírus zika e tríplice epidêmica e arboviroses, articulando os direitos sexuais, direitos reprodutivos, prevenção e eliminação da violência contra as mulheres, tomando por base a garantia das mulheres ao direito humano à comunicação e o incentivo ao empoderamento político e econômico.

 

 

A iniciativa tem como objetivo preparar jornalistas, profissionais da imprensa e estudantes de Jornalismo e comunicadoras e comunicadores para a abordagem das temáticas de gênero, raça e etnia, colaborando para a melhoria do trabalho jornalístico e da produção de conteúdos livres de comunicação, com destaque à saúde e ao enfrentamento à violência contra as mulheres.

 

 

Em cada localidade, o curso será realizado para duas turmas distintas em razão das rotinas profissionais e das características das mídias. A turma jornalistas é voltada para repórteres, editoras e editores, produtoras e produtores, assessoras e assessores de imprensa e estudantes de Jornalismo. Este curso retoma a parceria entre a FENAJ e a ONU Mulheres, iniciada, em 2011, com o curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas.

 

 

turma comunicadoras, comunicadores e ativistas destina-se a blogueiras e blogueiros, vlogueiras e vlogueiros, radialistas, cyberativistas, repórteres comunitárias e comunitários e ativistas com interesse em comunicação. Cada turma tem o limite de 50 participantes.

 

 

As inscrições são totalmente online. Informações mais detalhadas estão disponíveis no blog do curso e eventuais dúvidas poderão ser enviadas para o e-mail: grejornalistas@gmail.com

 

 

Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres está estruturado em três módulos, – Mulheres, saúde, acesso aos direitos e os contextos de enfrentamento ao racismo, ao etnocentrismo e à violência em sociedade; Comunicação, ética e os princípios da solidariedade e justiça social na saúde; e Mídias digitais – e duas atividades pedagógicas, uma sobre leitura crítica da mídia e outra de produção de conteúdo por meio da interação com fontes especializadas.

 

 

 

São entidades parceiras do curso: Articulação de ONGs de Mulheres Negras BrasileirasArtigo 19Blogueiras NegrasFENAJIntervozesInstituto Patrícia GalvãoRede Mulher e MídiaRepórteres sem Fronteiras, Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas)OPAS/OMS (Organização Pan-americana e Saúde/Organização Mundial da Saúde). O curso acontece com apoio das ONGs Criola, Kilombo, Mirim e Odara; dos sindicatos de Jornalistas da BahiaMunicípio do Rio de JaneiroPernambuco, Rio Grande do Norte e dos Bancários da Bahia; e das instituições de ensino Instituto Federal do Rio Grande do NorteUniversidade Católica de PernambucoUniversidade Federal do Rio Grande do Norte e das empresas de comunicação digital Google e Twitter.

 

 

ONU Mulheres e entidades parceiras inscrevem, até 13/10, para curso gratuito de comunicação, saúde e direitos das mulheres em Natal, Recife, Rio de Janeiro e Salvador /

Sensibilização da mídia para agenda de direitos da ONU – Os conteúdos do Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres se interrelacionam com os propósitos da estratégia global Pacto de Mídia “Dê um passo pela igualdade de gênero”, da ONU Mulheres, que retomam os objetivos da área de preocupação Mulher e Mídia, da Plataforma de Ação de Pequim: aumentar a quantidade de mulheres nos espaços de decisão da mídia e aprimorar a abordagem sobre a temática de gênero, eliminando estereótipos.

 

 

Trazem, ainda, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo a campanha internacional UNA-SE, cujo lema de 2017 é “Não deixar ninguém para trás: acabar com a violência contra as mulheres e as meninas”, e os desafios da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024), para enfrentar o racismo e promover os direitos da população negra, contemplada, no Brasil, pelo Marco de Parceria das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2017-2021.

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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