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ONU Mulheres abre vaga de voluntariado no Panamá para especialista de gênero; inscrições até 23/12

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Veja publicação original: ONU Mulheres abre vaga de voluntariado no Panamá para especialista de gênero; inscrições até 23/12

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O portal de Voluntariado das Nações Unidas está com seleção aberta para candidatas e candidatos para a vaga de especialista em gênero para voluntariado no escritório regional da ONU Mulheres para Américas e Caribe, no Panamá. As inscrições deverão ser feitas diretamente na plataforma de voluntariado: www.unv.org/special-calls/gender-specialist

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A candidatura selecionada trabalhará com a Assessoria Regional para Paz e Segurança e Resposta Humanitária da ONU Mulheres, atuando como ponto focal da ONU Mulheres no apoio à Plataforma Regional do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados e em coordenação com os escritório regional e nacionais da ONU Mulheres; apoio sistemático para integração da perspectiva de gênero nas áreas de trabalho da plataforma regional; preparação de plano de ação em coordenação entre a ONU Mulheres, ACNUR e OIM; fornecer contribuições para relatórios sobre avanços, oportunidades, desafios e boas práticas dentre as iniciativas da plataforma regional; colaborar para construir alianças estratégicas com outros e outras agentes-chave, interna e externamente para defender a igualdade de gênero; entre outras atividades.

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Para candidatura, são solicitados: mestrado ou equivalente; preferencialmente em gênero, estudos de desenvolvimento, direitos humanos, direito público internacional ou área relacionada; experiência de 36 meses, incluindo três anos de experiência relevante em coordenação com agências da ONU, ONGs, governos ou entidades não-governamentais e dois anos de experiência relevante nas questões de gênero; fluência em Inglês e Espanhol, entre outras habilidades.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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