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Mulheres que Inspiram – RENATA ANDRADE E THAIS PONTES

Saiu na Bazar

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Elas são amigas há mais de 25 anos. Ambas são formadas em publicidade e propaganda e assinam o roteiro da série de sucesso “Encantado’s”, do Globoplay. Renata Andrade, 41 anos, é de Oswaldo Cruz, subúrbio do Rio de Janeiro, mas mora em Botafogo. Thais Pontes, 40, nasceu no Centro do Rio, e mora no Flamengo. “Sempre tivemos muita coisa em comum, o jeito de olhar a vida, adolescentes que gostavam de ir ao teatro, nós passávamos horas e horas comentando novelas ao telefone, bem antes das redes sociais”, diz Thais. “Nós éramos aquelas adolescentes esquisitas que preferiam ficar em casa assistindo televisão a sair”, completa Renata.

E esse amor pelo teatro e pela TV foi o pontapé inicial para que ambas se tornassem roteiristas. Elas sempre  tiveram um olhar diferente para o mundo, como se andassem cercadas de personagens, e gostavam disso. Como diz Renata, a ideia era ver o lado torto das imagens, das pessoas, não aquilo que elas mostravam. “Eu sempre contei essas histórias, da família, do transporte público. Eu costumo dizer que pessoas comuns são sempre as mais interessantes. O cara que está sentado do meu lado no ônibus, ele tem muita história para contar.”

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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