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Mulheres fazem instalação hidráulica em prédio de assentamento em Porto Alegre

Saiu no site JORNAL DO COMÉRCIO

 

Veja publicação original:  Mulheres fazem instalação hidráulica em prédio de assentamento em Porto Alegre

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Grupos de mulheres associadas à OSC Mulher em Construção, que capacita para funções de construção civil em Porto Alegre, realizam reformas de prédios assentados nas sextas-feiras e sábados, buscando melhorar a sua qualidade de vida e de sua família como também a dos ocupantes dos condomínios. O beneficiado da vez foi o prédio da Rede Ferroviária Federal, abandonado por 50 anos. No dia 15 de novembro será feita a última ação do grupo. No total, 23 mulheres de 23 a 59 anos, de baixa renda, moradoras da Capital e região metropolitana são orientadas sobre instalações prediais de água fria e água quente, materiais e componentes indicados, sistema predial e esgoto sanitário, fossas, filtros, sumidouros e esgoto pluvial. O programa inclui orientações sobre feminismo e direitos das mulheres.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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