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Mulher que estava com filho de 3 anos no colo é vítima de importunação sexual na CPTM: ‘Me senti impotente’

Saiu no G1

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Uma mulher de 28 anos sofreu importunação sexual em uma plataforma da estação Tatuapé, da Linha 11-Coral da CPTM, nesta segunda-feira (20). A vítima, Thayná Oliveira, estava com o filho autista de três anos quando o episódio ocorreu.

A moça aguardava a chegada do namorado para seguir seu trajeto, quando fotografou um trem estacionado na plataforma para informá-lo como estava a ocupação no transporte. Pouco depois, ela reparou que um homem que aparecia na imagem capturada havia descido do vagão e estava próximo a uma pilastra, a encarando.

“Mandei mensagem pro meu namorado, dizendo que estava achando estranho que o cara que saiu na foto desceu do trem e estava parado me olhando. Quando me dei conta, ele estava com o pênis ereto, olhando pra mim e mexendo [no órgão]. Na hora, eu só pensei em pegar o celular e começar a gravar. Como meu filho é autista, eu não gritei para não assustá-lo”, relatou a moça.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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