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Michelle Obama é a mulher mais admirada do mundo por americanos, diz pesquisa

Saiu no site G1

 

Veja publicação original:    Michelle Obama é a mulher mais admirada do mundo por americanos, diz pesquisa

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Ex-primeira-dama desbancou Hillary Clinton, que por 17 anos ficou em primeiro lugar em pesquisa do instituto Gallup. Barack Obama foi o homem mais admirado pelo 11º ano seguido.

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Michelle Obama é a mulher mais admirada do mundo pelos americanos, segundo uma tradicional pesquisa anual do Instituto Gallup. Nos últimos 17 anos o título tinha sido conquistado pela também ex-primeira-dama, ex-secretária de Estado e ex-candidata à presidência Hillary Clinton.

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Entre os homens, o marido de Michelle, o ex-presidente Barack Obama, conseguiu sua 11ª vitória consecutiva, e se aproximou do recordista da pesquisa, o também ex-presidente Dwight Einsehower, que ganhou 12 vezes e foi o homem mais vezes apontado como o mais admirado pelos americanos.

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No geral, a pessoa que mais vezes foi apontada como a mais admirada do país – entre homens e mulheres – é Hillary Clinton, que ganhou 22 vezes o título.

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Votos

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A vitória de Michelle Obama em 2018b é atribuída em parte pelo instituto ao lançamento de sua autobiografia, “Becoming”, que a levou a uma turnê por todo o país. Ela teve 15% dos votos, três vezes mais do que os 5% da segunda colocada, a apresentadora Oprah Winfrey. Hillary Clinton e Melania Trump ficaram empatadas em terceiro lugar, com 4% cada.

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Entre os homens, Barack Obama teve 19% e ficou à frente do presidente Donald Trump, segundo colocado, que conseguiu 13%. O terceiro posto ficou com outro ex-presidente, George W. Bush, e com o Papa Francisco, empatados com 2%.

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De acordo com o Gallup, este é o quarto ano seguido em que Trump fica na segunda colocação. Ele nunca ganhou o título e, caso isso se repita nos próximos dois anos, será apenas o segundo presidente – ao lado de Gerald Ford – a concluir um mandato sem vencer desde o início da pesquisa, em 1946.

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A votação foi realizada entre os dias 3 e 12 de dezembro e as pessoas abordadas pelo instituto podiam apontar qualquer pessoa que viva em qualquer lugar do mundo como a que mais admiram.

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Veja abaixo os mais votados entre mulheres e homens:

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Mulher mais admirada de 2018

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Michelle Obama 15%
Oprah Winfrey 5%
Hillary Clinton 4%
Melania Trump 4%
Rainha Elizabeth 2%
Angela Merkel 2%
Ruth Bader Ginsburg 2%
Ellen DeGeneres 2%
Nikki Haley 1%
Malala Yousafzai 1%
Nancy Pelosi 1%

Homem mais admirado de 2018

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Barack Obama 19%
Donald Trump 13%
George W. Bush 2%
Papa Francisco 2%
Bill Gates 1%
Bernie Sanders 1%
Bill Clinton 1%
Dalai Lama 1%
Joe Biden 1%
Elon Musk 1%
Mike Pence 1%

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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