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Menina pediu ajuda à família enquanto era levada a motel por deputado

Saiu no site GAZETA ONLINE

 

Veja publicação original:  Menina pediu ajuda à família enquanto era levada a motel por deputado

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Família parou uma viatura de polícia e flagrou deputado com a adolescente

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A adolescente de 17 anos que foi encontrada nesta sexta-feira (4) na saída de um motel na Serra, acompanhada do deputado estadual do Espírito Santo Luiz Durão (PDT), 71 anos, pediu ajuda à família enquanto era levada para o local. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

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De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, a família da menina recebeu mensagens de celular e, enquanto seguiam para o motel, encontraram uma viatura de polícia. Eles abordaram a viatura e seguiram juntos para o flagrante.

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A Polícia Civil não soube informar detalhes da abordagem policial no motel e nem detalhes do envolvimento da vítima com o deputado.

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A adolescente passou por exame de corpo de delito para coleta de sêmen e sangue, além da procura por algum ferimento. De acordo com o delegado-geral, também foi feito um laudo pericial no motel, e ficou comprovado que houve conjunção carnal, sendo tratado à princípio como estupro.

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O delegado lembrou que não configura estupro se a relação sexual for consentida e se os envolvidos tiverem mais de 14 anos. O estupro é um crime inafiançável.

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A investigação vai continuar a cargo do delegado da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Lorenzo Pazolini. Os próximos passos envolvem a coleta de outras provas, incluindo as testemunhais e documentais, para complementação do inquérito policial.

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Audiência de custódia

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Na tarde deste sábado (5) é realizada uma audiência de custódia no Tribunal de Justiça. Se for confirmada a prisão preventiva, o deputado Luiz Durão (PDT) vai ficar preso no Quartel do Corpo de Bombeiros em Vitória. Ele tem foro privilegiado por ser deputado e também direito a cela especial por ter ensino superior.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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