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Marçal critica Tabata por ser solteira; deputada reage: ‘Não sou ex-coach’

Saiu no site UOL

 

A pré-candidata à Prefeitura disse que o interessante para a capital paulista são outras coisas que ela nunca fez. “Nunca fui condenada por fazer parte de uma quadrilha de roubo de banco, nunca gastei tempo e dinheiro do Corpo de Bombeiros com a minha responsabilidade, nunca fiz um funcionário correr até a morte por parada cardíaca em uma brincadeira sem sentido”, citou, exibindo títulos de textos publicados na imprensa relacionados a Marçal.

Marçal foi condenado em 2010 por participar de uma quadrilha que desviou dinheiro de bancos. Ele ficou nacionalmente conhecido em 2022, quando ignorou alertas de ventos fortes e liderou uma expedição com 30 pessoas sem experiência em montanhismo ao Pico dos Marins, na Serra da Mantiqueira.O grupo teve de ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros, sob risco de morrer por hipotermia.

No ano passado, um funcionário de uma das empresas ligadas a Marçal morreu de infarto por excesso de esforço durante uma “maratona surpresa” estimulada pelo ex-coachO rapaz tinha 26 anos. A Polícia Civil de São Paulo investiga o caso.

Levantamento da Paraná Pesquisas divulgada hoje (25) mostra que Marçal subiu cinco pontos percentuais em intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo. Ele está atrás do atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) e do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), e empatado tecnicamente com Tabata e com o apresentador Datena (PSDB).

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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