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“Justiça e Esperança: Estudo Acadêmico Reconhece o Legado de Gabriela Manssur na Defesa das Mulheres”

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER E A IMPORTÃNCIA
DOS PROJETOS DE APOIO.

Autora: Márcia da Silva Cardoso
E-mail: marcinha4327@gmail.com
Graduanda em Direito pelo Centro Universitário das Faculdades
Metropolitanas Unidas (FMU)

 

SUMÁRIO: INTRODUÇÃO; 1. Violência Doméstica contra a Mulher; 1.1. Violência
Familiar; 1.2. Formas de Violência; 1.2.1. Violência Física; 1.2.2. Violência
Psicológica; 1.2.3. Violência Moral; 1.2.4. Violência Sexual; 1.2.5. Violência
Patrimonial; 2. O Ciclo da Violência; 2.1. Sinais de atenção para a violência; 2.2.
Estágios; 3. Aspectos Penais e Processuais da Violência Doméstica e Familiar; 3.1.
O momento da Denúncia; 3.2. As Medidas Protetivas de Urgência; 3.3. A Lei
11.340/2006; 4. Os Projetos de Apoio Idealizados pela Dra. Gabriela Manssur; 4.1. A
importância dos Projetos de apoio para a Vítima; 4.2. Para o Agressor; 4.3. Para a
Sociedade; CONCLUSÃO; REFERÊNCIAS.

 

ANEXO 1 – Entrevista com a Dra. Gabriela Manssur

RESUMO: O presente artigo tem como objetivo abordar questões relacionadas as
mulheres vítimas de violência, seja ela sofrida ou vivenciada no âmbito doméstico,
familiar ou em relação intima de afeto, propondo conscientizar as vítimas e a
sociedade sobre o conceito desse crime e os diferentes tipos de violência existentes
no ordenamento jurídico e onde estão tipificadas na Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, além de trazer exemplos de fácil interpretação para que as vítimas, se identifiquem e conscientize-se, que crime, só não é a violência física que resulta em lesão corporal, existindo diversas outras formas descritas como violência.

O estudo tem como finalidade informar e alertar a vítima de violência e a sociedade
sobre o ciclo da violência, as medidas protetivas de urgência e sobre a importância
dos projetos de apoio não só para as vítimas, mas também para o agressor e para a
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sociedade, focando especificamente nos projetos idealizados e fundado pela Dra.
Gabriela Manssur ex- promotora do Ministério Público do Estado de São Paulo,
advogada especialista nos Direitos das Mulheres.

 

 

LEIA O TRABALHO NA ÍNTEGRA 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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