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Justiça de SP decreta prisão de fisioterapeuta acusado de estuprar publicitária em UTI; réu é considerado foragido pela polícia

Saiu no G1

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Procurada, a advogada Luciana Terra, que defende os interesses da publicitária, disse que espera que a prisão do fisioterapeuta seja cumprida pela polícia ou que o acusado se entregue.

“Considerando a gravidade dos fatos, a liberdade do réu gera um grave risco à integridade das mulheres, pois comete os crimes de violência sexual dentro dos hospitais, no momento em que as vítimas encontram-se fragilizadas. Quem tiver sido vítima, denuncie e procure a polícia”, falou Luciana.

Por meio de nota, o Hospital São Luiz informou “que o profissional em questão foi afastado de suas atividades em 23/1, assim que a denúncia foi recebida. Esclarece que ele era funcionário de uma empresa de fisioterapia terceirizada e estava prestando serviços na unidade há cerca de um mês”.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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