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João de Deus: Ministério Público de SP vai ouvir 10 mulheres até sexta

Saiu no site G1

 

Veja publicação original:  João de Deus: Ministério Público de SP vai ouvir 10 mulheres até sexta

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Promotora Maria Gabriela Manssur explicou para o portal R7 que todas as denúncias prestadas serão encaminhadas para o MP-GO, órgão responsável

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Por Juliana Moraes

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O MP-SP (Ministério Público de São Paulo) criou uma força-tarefa para ouvir 10 vítimas que acusam João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus, até a próxima sexta-feira (14). Diversas mulheres acusam o médium de abuso sexual durante os atendimentos espirituais na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, interior de Goiás.

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Ao R7, a promotora Maria Gabriela Manssur, do Gevid (Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica), na capital paulista, declarou que as vítimas começam a ser ouvidas ainda na tarde desta terça-feira (11).

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“Vamos começar a ouvir as vítimas daqui de São Paulo. Serão ouvidas 10 mulheres até sexta-feira e todas as declarações prestadas serão encaminhadas para o Ministério Público de Goiás, que é o órgão competente para cuidar do assunto”, explicou.

De acordo com o Ministério Público do Estado de Goiás, 40 mulheres entraram em contato para denunciar o médium. Quatro promotores, seis delegados e duas psicólogas foram designados para atenderem o caso. O MP-GO criou um e-mail exclusivamente para receber denúncias: denuncias@mpgo.mp.br. Ao R7, o órgão informou que os promotores estão em reunião para discutir os próximos passos da força-tarefa.

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A promotora Gabriela Manssur declarou ainda que, no total, mais de 200 casos já chegaram ao conhecimento do Ministério Público.

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R7 também entrou em contato com a delegada e assessora de imprensa da corporação de Goiás, Marcela Orçai, para obter atualização sobre o caso, mas ainda não obteve resposta.

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Outro lado

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R7 entrou em contato com o advogado criminalista Alberto Toron, que representa João de Deus, mas ainda não obteve resposta.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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