HOME

Home

IMDV e Projeto Justiceiras lançam canal de denúncia contra assédio para mulheres do varejo

Saiu no Supervarejo

Das entrevistadas, 37% disseram ter sofrido assédio moral e 31% sexual; 70% afirma ter sofrido assédio (moral ou sexual) no trabalho. 46% das mulheres que sofreram assédio no trabalho disseram não ter percebido nenhuma ação concreta quando delataram o agressor e 23% das mulheres disseram ter sido desligadas depois da denúncia.

Foi pensando nisso que o Instituto Mulheres do Varejo se uniu ao Projeto Justiceiras para lançar um canal de denúncias que não estará ligado a nenhuma empresa, deixando as mulheres mais confortáveis para relatar as agressões.

“Em nossas rodas de conversa sempre ouvimos casos de assédio e afirmações de mulheres dizendo que não têm coragem de relatar ao RH ou a algum canal de denúncia interno, pois têm medo de retaliações ou medo de demissões. Por isso, resolvemos abrir um canal isento, pois empresas que apoiam o assédio não são empresas em que queremos trabalhar”, diz Sandra Takata, presidente do Instituto Mulheres do Varejo.

“A presença feminina no mercado de trabalho representa aproximadamente 52%. No varejo, as mulheres também ocupam metade dos espaços. Se a cada três mulheres, uma sofre algum tipo de violência, certamente, as mulheres do varejo também podem ser vítimas. A parceria tem como objetivo dar as mãos para para essas mulheres e protegê-las de toda forma de violência contra a mulher”, completa Gabriela Manssur, fundadora do Projeto Justiceiras.

Leia a matéria completa aqui!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME