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Homem preso por espancar e sufocar jovem em elevador admite ser agressivo com mulheres

Saiu no site G1

 

Vítima, de 26 anos, tinha medida protetiva contra Jonas de Oliveira por conta de outro episódio de violência que ocorreu em dezembro de 2025.

 

Jonas de Oliveira, de 32 anos, foi preso após espancar uma jovem de 26 anos com quem mantinha um relacionamento. As agressões ocorreram no elevador do prédio onde mora São Vicente, no litoral de São Paulo. Ao ser detido, confessou ter comportamento agressivo com mulheres e outros episódios de violência, justificando como uma “resposta à altura” diante de atitudes das vítimas.

A vítima tem medida protetiva contra Jonas desde janeiro, após registrar boletim de ocorrência em dezembro de 2025. Na ocasião, relatou ter sido agredida em uma balada e dentro do apartamento dele. Mesmo assim, o homem só foi preso na última terça-feira (10), depois que as imagens das agressões no elevador circularam nas redes sociais e o caso ganhou repercussão.

Apesar das imagens, Jonas negou as agressões à polícia. Ele alegou ter empurrado a mulher no elevador para recuperar um celular que a vítima havia pegado.

g1 teve acesso ao boletim de ocorrência registrado pela jovem em dezembroEla relatou que o casal estava junto havia apenas dois meses quando, no dia 6, foi agredida por Jonas após responder ao cumprimento de um amigo em uma balada. Segundo a vítima, ele atirou chinelos e uma bolsa contra ela em via pública, mas a violência se intensificou dentro do apartamento.

No imóvel, segundo relato da jovem, Jonas desferiu tapas e mordidas em seu rosto, deixando hematomas. Em seguida, a ameaçou de morte com uma faca e tomou o celular de suas mãos, exigindo que fosse desbloqueado. A vítima se negou e conseguiu fugir para a casa de um vizinho.

Depois, ela foi até Santos, onde registrou o BO e solicitou medida protetiva de urgência, expedida em janeiro deste ano.

Após ser preso, Jonas confessou à polícia ter agredido outra mulher em janeiro de 2026. Segundo ele, usou um capacete para bater na vítima, que seria garota de programa e atuava no bairro Marapé, em Santos.

O agressor disse ter agido por ciúmes, alegando que ela mantinha conversas com outros homens. Em depoimento, afirmou ainda possuir comportamento agressivo com mulheres por conta das atitudes delas. Jonas afirmou se sentir “obrigado a dar uma resposta à altura”.

O histórico de violência foi reforçado por vizinhos, que relataram ouvir com frequência gritos vindos do apartamento dele.

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