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Há 2 meses internada, mulher baleada por ex-marido PM em MT precisa de cirurgia para recuperar movimento do braço

Saiu no G1

Veja a Publicação Original

A trabalhadora autônoma Roseli Gomes de Assis, de 31 anos, está há dois meses internada no Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG) e agora precisa fazer uma cirurgia no braço, depois de ter sido baleada pelo ex-marido, o sargento da Polícia Militar Ronaldo Henrique de Amorim Neves. A família está fazendo uma vaquinha para arrecadar o valor necessário para custear o procedimento cirúrgico.

Ela atirou na vítima porque não aceitava o fim do relacionamento. Após tentar matar a vítima, ele fugiu com o filho do casal. Ele se apresentou à polícia dois dias depois, mas logo foi solto. De acordo com a Polícia Militar, ele encontra-se em licença para tratamento de saúde.

A vítima disse que conviveu com o policial durante 6 anos e 8 meses. Segundo ela, o relacionamento era instável com agressões físicas e separações temporárias, principalmente por causa de ciúmes.

“No começo era tudo bem, mas aos poucos ele foi demostrando os ciúmes e isso só foi aumentando com o tempo. Se eu me arrumasse, arrumasse o meu cabelo, se eu fosse fazer a unha e comprasse uma roupa ele dizia que era para atrair homens”, afirma.

Por causa do relacionamento abusivo, Roseli decidiu se afastar de Ronaldo. Ele sempre falava que ia mudar e por ter dois filhos com Ronaldo, ela voltava, mas começava tudo de novo.

Veja a Matéria Completa Aqui!

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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