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Grupo Mulheres do Brasil lança oficialmente seu núcleo em Nova York

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O grupo Mulheres do Brasil está lançando oficialmente seu núcleo em Nova York. O evento de lançamento acontece na sexta-feira (13), às 17 horas, no horário de Brasília, no auditório da PwC na cidade, e terá a presença de Luiza Trajano, fundadora do grupo e presidente do conselho de administração do Magazine Luiza.

Criado em 2013 por 40 mulheres de diferentes segmentos, o grupo reúne hoje mais de 100 mil participantes de 122 cidades do Brasil e 39 do exterior, em 22 países. O objetivo é engajar a sociedade civil na conquista por espaço para as mulheres e melhorias para o país. “Nós acreditamos na força da sociedade civil para transformar um país que vai além do território nacional”, diz  Lilian Leandro, diretora de expansão do grupo. A ideia, segundo ela, é formar uma grande rede de apoio sem fronteiras.

As executivas que vivem nos Estados Unidos Alejandra Merklen e Andrea Eb

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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