HOME

Home

Governo de SP assina acordo para ampliar atendimento às mulheres vítimas de violência

Saiu no Pelo Mundo DF

Leia a Publicação Original

“É obrigação do estado lidar com a violência contra as mulheres. Essa inquietude e esse espírito de inovação permanente para a gente abrir canais de comunicação, para a gente pensar em novas ideias, deve prevalecer em um governo que quer representar cada vez mais aquilo que é correto, aquilo que é justo, não só as oportunidades, mas a justiça para todas as mulheres daqui do nosso estado”, disse Rodrigo Garcia.

A parceria proposta, que tem duração de 24 meses, promoverá capacitação dos profissionais da rede de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica, em especial dos profissionais das 18 unidades dos Centros de Integração da Cidadania (CIC) e das 43 unidades da Casa da Mulher. Serão realizados cursos online e webinars, além do atendimento especializado multidisciplinar online para mulheres em situação de violência, por meio do projeto “Justiceiras”. Não há previsão de transferência de recursos entre os participantes.

O projeto, fundado e presidido pela Promotora de Justiça Gabriela Manssur, é constituído por uma rede de voluntárias que oferecem atendimento online para mulheres vítimas de violência nas áreas de acolhimento, jurídica, psicológica, socioassistencial e médica.

Leia a Matéria Completa Aqui!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME