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Exposição dá visibilidade a mulheres que convivem com doenças raras e deficiência

Saiu no Governo Federal

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Para dar visibilidade aos desafios de mulheres que vivenciam a deficiência e a doença rara, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou, nesta terça-feira (28), a exposição “Mulheres – Protagonizando histórias”, no térreo do Edifício Parque Cidade Corporate. Os visitantes poderão conferir, até o fim do dia, uma série de fotos com histórias inspiradoras em formato de painéis, exibidas em nove totens artísticos.

O titular da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD/MMFDH), Cláudio Panoeiro, destacou que momentos como este servem para dar luz às necessidades e aos desafios vividos por este público.

“Parabenizo cada mulher com doença rara e com deficiência e as famílias que contaram suas histórias e demonstram o protagonismo da mulher para além da sua condição. Inspiração, determinação e busca pelos seus direitos. Queremos enaltecer cada uma e, claro, trazer através da cultura um outro olhar sobre a doença e a deficiência”, reforçou o secretário.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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